Grau de letalidade, facilidade e velocidade de propagação, resistência, abrangência e público-alvo, são as características que determinam o grau de periculosidade de um vírus. Até aí, nada demais, porque sabemos disso e sempre convivemos com vírus e bactérias, nem todos altamente perigosos. Mas há alguns tipos de vírus que são indesejáveis, maléficos e devem ser combatidos, tão logo manifestem os primeiros sinais de propagação.
Tal é o caso de três perigosos vírus que grassam no Brasil: o bolsovírus, o guedesvírus e o morovírus. Já falamos sobre os três mas, desta vez, vamos nos ater mais ao morovírus (o menos perigoso dos três, mas o mais traiçoeiro) porque existe uma confusão generalizada entre as pessoas, que não sabem distinguir as diferenças entre o morovírus e o norovírus, tomando um pelo outro e pensando tratar-se do mesmo. Para dirimir essas dúvidas e mostrar as diferenças, resumimos as principais características e sintomas de cada um, na imagem abaixo:
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Norovírus x Morovírus: Diferenças |
Espera-se agora que a ilustração tenha sido suficiente para mostrar as diferenças e que o leitor não mais se confunda e aprenda a identificá-los. Mas falta ainda falar sobre os métodos de precaução.
Os sintomas do norovírus se confundem com os do rotavírus (gastroenterite, cólicas, dor de cabeça, desidratação, infecção por ingestão de alimentos e águas contaminados), mas pode ter o seu poder de contaminação diminuído com medidas simples, como evitar contatos com pessoas infectadas, evitar aglomerações e ambientes fechados, lavar as mãos frequentemente, ingerir bastante líquidos, medicar-se com remédios que tenham por princípio ativo o paracetamol, vacinar-se e observar repouso. Não há necessidade de erradicação.
Já o morovírus, este precisa ser erradicado urgentemente, porque se atuando em conjunto com o bolsovírus e o guedesvírus - e eles estão aí, circulando juntos -, pode dizimar um país e acabar com a sua economia. O grande problema é que enquanto o bolsovírus e o guedesvírus são facilmente identificáveis (fal demais e se revelam), o morovírus se esconde traiçoeiramente, agindo nas sombras, e quando chega a ser detectado, os estragos já estão feitos. Este vírus precisa ser isolado e retirado da vida pública. Sua dizimação enfraquece o bolsovírus que, por sua vez, enfraquece o guedes vírus, o mais perigoso de todos. A solução do problema se dá numa das seguintes ordens de remoção: morovírus > bolsovírus > guedesvírus ou bolsovírus > guedesvírus > morovírus ou ainda bolsovírus > (guedesvírus + morovírus).
Uma coisa é certa: Se conseguirmos eliminar o bolsovírus, os outros dois morrem. Se não, que se faça o caminho inverso, de trás para frente. O que não é inteligente é deixar esses três vírus coexistirem no Brasil.
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