É a história quem diz:"ainda não se conseguiu comprovar a existência
do Cristo dos evangelhos". Corroborando em parte essa afirmação, um
vídeo do Discovery Channel revela que em Nag Hammad, no sul do Egito,
foi descoberta (1945) uma coleção de evangelhos gnósticos (considerados
apócrifos e rejeitados pela igreja), onde não se atribui qualquer
caráter divino à personalidade de um homem conhecido por Jesus Cristo.
Na coleção encontrada, o documento mais importante é o "Evangelho de Tomé" (sim, quele mesmo que só credita no que pode ver ou tocar), segundo qual Jesus Cristo seria apenas mais um judeu sábio (era moda a existência de "sábios" judeus), de espírito revolucionário, mas apenas um ser humano um pouco incomum, não divino, não milagreiro, não imortal. Naquele evangelho não há qualquer referência à condenação e crucificação de Jesus e, conseqüentemente, à sua ressurreição, três dias após a sua suposta morte. Também não é citado nenhum milagre, o batismo, João Batista, a "via crucis" ou nada parecido.
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Na coleção encontrada, o documento mais importante é o "Evangelho de Tomé" (sim, quele mesmo que só credita no que pode ver ou tocar), segundo qual Jesus Cristo seria apenas mais um judeu sábio (era moda a existência de "sábios" judeus), de espírito revolucionário, mas apenas um ser humano um pouco incomum, não divino, não milagreiro, não imortal. Naquele evangelho não há qualquer referência à condenação e crucificação de Jesus e, conseqüentemente, à sua ressurreição, três dias após a sua suposta morte. Também não é citado nenhum milagre, o batismo, João Batista, a "via crucis" ou nada parecido.

