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Onze de setembro de 2001 - teoria da conspiração derrubada

É ainda hoje comum muitas pessoas não aceitarem que a queda das torres gêmeas em setembro de 2001 tenha sido natural e decorrente apenas do choque dos dois aviões. Algumas dezenas de teóricos da conspiração afirmam que seria impossível as torres caírem como numa implosão de prédios, sem que estivessem adredemente preparadas por explosivos.

Para esses, o choque dos aviões fazia parte do plano urdido pelo próprio governo americano, para elevar a popularidade de Bush e justificar o ataque posteriormente feito ao Iraque, sob  falsos pretextos de ameaça terrorista e existência de armas nucleares que, depois, não se confirmaram. Esta última parte (o falso pretexto para atacar o Iraque) verificou-se ser verdadeira - foi pretexto mesmo, porque não existiam as tais "armas nucleares". Mas no que se refere ao ataque às torres gêmeas, a teoria parece ser mesmo falsa. Vejam o interessante vídeo abaixo, de um pesquisador Independente, e tirem as suas conclusões:


Sepultando a Teoria da Conspiração - 11 de... por Liberte-Sua-Mente
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Agenor Duque, o mais novo e ascendente pastor picareta do meio evangélico brasileiro


"Numa incansável cruzada por arrecadação, o autointitulado apóstolo Agenor Duque,  da Igreja Plenitude do Trono de Deus, pede à plateia que raspe a carteira e que doe  até o décimo terceiro salário. Já anda de Porsche e voa de jatinho" (Revista Época)

Sua igreja foi fundada em setembro de 2006, mas cresce vertiginosamente e ameaça figurar entre as cinco grandes do meio neopentecostal. 
Ex-pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, ex-pastor da Igreja Mundial do Poder de Deus, aprendeu bem as técnicas charlatanísticas e segue o padrão da escola iurdiana, de onde provêm todos os picaretas evangélicos. Possui, porém, algumas "qualidades" que influenciam o seu sucesso: a total falta de escrúpulos (mais ou menos comum aos pastores evangelicos), a cara de pau (também comum) e uma inegável capacidade de representação teatral (esta sim, diferenciada), que impacta, ilude e impressiona os seguidores. Nos dias de hoje sua igreja já possui filiais em seis estados brasileiros e continua crescendo, sem que ninguém interrompa a sua escalada. Nem as dezenas de denúncias que pipocam sobre o seu escancarado charlatanismo impedem que continue crescendo.
A revista Época assim se refere a ele:
"[...] Num roteiro já conhecido entre os pastores das neopentecostais, Duque começou na Igreja Universal do Reino de Deus e migrou para a Mundial – até que teve uma ‘visão espiritual’ e decidiu criar seu próprio templo. Em setembro de 2006, abria a porta da Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus. Com R$ 25 mil da venda de um Astra, Duque comprou algumas poucas horas nas madrugadas de rádios e alugou um galpão […] Há dois anos, Duque tinha cinco modestas igrejas em São Paulo. Hoje, são pelo menos 20, espalhadas por São Paulo, Amazonas, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal – sem contar as dezenas de núcleos, galpões abertos pelo interior que, ainda sem documentação, não são considerados templos”, enumera a reportagem, narrando a ascensão da denominação do apóstolo.
Para contrapor o figurino de Duque – que de tempos para cá passou a se vestir de “saco” como símbolo de humildade, a Época revela que o apóstolo usa esse uniforme como “uma espécie de abadá para uma encenação de pobreza”.
Como se vê, é muito fácil iludir as ovelhas e progredir no meio evangélico. E quando a ascensão vem, até políticos procuram esses charlatões em busca dos votos das suas ovelhas. Abaixo, um dos muitos vídeos-denúncia, mostrando o "apóstolo" em ação:
  
Com informações da Revista Época e Gospel Mais (http://epoca.globo.com/vida/noticia/2015/12/apostolo-emergente-das-...)

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Spotlight - Segredos Revelados, filme vencedor do Oscar/2016, retrata crimes de pedofilia de padres católicos

O filme Spotlight - Segredos Revelados foi, como todos sabem, o grande vencedor do Oscar 2016 e foi também, de certa forma, considerado uma surpresa, uma vez que todos davam como certas as vitórias ou do filme "O Regresso" (Leonardo DiCaprio) ou de "Mad Max: a Estrada da Fúria".
Do meu sofá, como já tinha lido as resenhas de todos os filmes, assisti tranquilamente a toda a cerimônia de premiação e torcia secretamente pelo filme "Spotlight", mas achando intimamente que ele não iria vencer porque sequer estava cogitado entre os favoritos e porque a Academia costuma premiar filmes com tendência a dar grandes bilheterias e não pelo conteúdo do seu enredo. Para minha surpresa, desta vez acertei (normalmente erro, pois costumo torcer pelos perdedores, exceto em relação ao meu Fluminense, que às vezes vence e conquista títulos importantes).
Achava que ia errar em razão dos dois filmes fortes candidatos e porque filmes com a trama de Spotlight, mostrando os bastidores e o lado negro das religiões, não costumam despertar o interesse popular e dar grandes bilheterias, já que os próprios fiéis são os primeiros a acobertar esses crimes, receosos de falar contra a Igreja, como de fato ocoreu, quando das investigações.
Baseado em fatos reais, o filme "Spotlight – Segredos Revelados" nos traz um enredo dramático, mas sem clichês ou sensacionalismo. No longa, um grupo de jornalistas de Boston, incansáveis e honestos, reúnem relatos de vítimas de abusos causados por padres católicos, bem como documentos que provam esses crimes de pedofilia. Eles revelam o escândalo de abusos infantis na arquidiocese da cidade e a falta de punição dos padres que cometeram esses crimes.
O filme traz uma crítica a esse tipo de atrocidade e mostra que os padres que cometeram os atos, ao invés de terem sido punidos, foram apenas transferidos de região para que o escândalo fosse abafado." (agencianotícias.com.br )
Que recado foi dado com essa premiação? Que as coisas estão mudando e a sociedade não tolera mais esse tipo de crime, praticado impunemente, nem diria há décadas, mas há séculos. Quantas famílias enviavam seus filhos para internatos católicos, (os mais caros), achando que teriam uma educação mais esmerada  e que lá, só aprenderiam coisas boas e a excelência dos princípios morais?
Antes, as pessoas temiam falar contra a Igreja. Hoje, os mais esclarecidos e corajosos, já ousam denunciar. Falta agora a coragem para denunciarem também quando são enganados e lesados. Vejam, abaixo, um trailer do filme, recomendadíssimo e já em exibição nas principais salas do Brasil e do mundo:
Assistam ao filme e comentem! Saudações Irreligiosas!
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Como disponibilizar um link para download de arquivo em seu próprio domínio?

A intenção deste post é testar se é possível disponibilizar para download um arquivo hospedado em seu próprio domínio, para não ter de depender de sites de download com algumas exigências, como cadastro e outras. Então, aqui vai a figura para download, com o link:


Nos testes feitos em rascunho aparentemente funcionou, mas para ter certeza é preciso que seja possível baixar o arquivo "Como Surgiu Jesus.pdf". Se abrir e puder salvar o arquivo em seu computador, é porque está OK. O método a ser seguido é este (adapte figura e arquivo para as suas necessidades):
  1. O arquivo que você quer oferecer para download já deve estar hospedado numa pasta em seu domínio;
  2. Crie ou selecione um botão para download, de sua preferência;
  3. Insira o botão no site ou em seu post,  no lugar em que deseja que ele apareça;
  4. Selecione a imagem e crie nela um link, apontando para o lugar onde está (em seu domínio próprio) o arquivo oferecido para download;
  5. Uma vez aberto o arquivo no seu PC, acesse-o ou salve-o para algum diretório de sua escolha.
Simples assim. Experimente!
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Jornada Mundial da Juventude, Marchas para Jesus… Qual o Significado Desses Megaeventos na Guerra Religiosa “Católicos x Evangélicos”?

Ambos são megaeventos cristãos, de âmbito mundial, e têm praticamente a mesma idade. O primeiro (puramente católico), tem vinte e sete anos de existência; o segundo (hoje evangélico), vinte e seis. O primeiro ocorre a cada dois ou três anos e, o segundo, anualmente. Ambos têm objetivos proselitistas, amparados por forte e bem estruturado marketing religioso, arregimentando grande número de peregrinos e fiéis, sendo difícil dizer qual deles atrai o maior número de participantes.
A Jornada Mundial da Juventude, - este ano no Brasil -, foi idealizada pelo Vaticano em 1984 e começou a ser realizada a partir de 1986, cada uma delas em um país diferente, sendo a última (2011), em Madri (Espanha), seguindo a seguinte trajetória:


1986-1987-1989-1991-1993-1995-1997-2000-2002-2005-2008-2011-2013

Já a chamada “Marcha para Jesus”, conforme informações do próprio site do evento, teve início em 1987, na cidade de Londres (inglaterra), e era um evento misto de católicos e protestantes, assim permanecendo até 1991. A partir de 1992, a Marcha para Jesus tornou-se um movimento evangélico de âmbito mundial, saindo da Europa para outros países da América, África e Ásia. No ano de 1993, chegou ao Brasil através da Igreja Renascer em Cristo, que realizou a sua primeira edição, bem como todas as demais, até a de 21ª edição, em junho de 2013. Segundo informações dos organizadores, o evento brasileiro realizado em São Paulo é considerado o maior do mundo.

Em relação ao Brasil, apesar de ser um país ainda de maioria católica, a popularidade das chamadas “Marchas para Jesus” (evento evangélico), parece ser maior e atrair um número maior ou equivalente de pessoas. É o que estamos observando, comparando-se os números da Jornada Mundial da Juventude com os da Marcha para Jesus, esta última, realizada em todas as principais capitais do país, simultaneamente ou com datas bem próximas. Não existem estatísticas precisas para estabelecer-se a comparação porque as comissões organizadoras dos eventos mentem, sempre superestimando o número de público. Assim, os dados só podem ser coletados filtrando-se e comparando-se o que a mídia publica.

Mas partindo-se dos censos religiosos do IBGE e os das empresas especializadas de pesquisa, mesmo sem serem muito precisos, verifica-se que em números atuais (2013) a população evangélica brasileira (28%) representa aproximadamente a metade da católica (57%). Não seria então natural que o evento católico fosse muito mais grandioso, em todos os aspectos? Por que está ocorrendo essa aparente anomalia? Vamos tentar compreender:

O que visa cada um dos eventos?


Na verdade, embora isto não seja dito, o principal objetivo é aumentar o número de seguidores e/ou evitar perder os que já possuem. Quanto maior o número de igrejas e fiéis, maior o poder da denominação religiosa e maior a possibilidade de crescimento econômico, já que hoje as igrejas atuam como verdadeiras empresas, a ponto de já estarem sendo chamadas de “igrejas-empresas”.

Portanto, existe entre as religiões uma guerra concorrencial religiosa, tal qual a guerra mercadológica. A diferença é que as igrejas atuam num nicho de mercado exclusivo e fidelizado, o “mercado da fé”. E nessa disputa de mercado, a grande arma é o marketing religioso agressivo, com publicidade bastante antecipada, intensa e repetitiva, em todo e qualquer tipo de mídia. Nesse particular, levam vantagem os evangélicos, hoje com poder de comunicação e penetração muito maior do que o dos católicos e utilizando bastante o que se convencionou chamar de “televangelismo”. A outra arma é a rápida proliferação das igrejas evangélicas (no mínimo, uma em cada bairro e, nos mais populosos, uma a cada cinco quadras), o que é conseguido pelo baixíssimo custo de instalação e pouquíssima burocracia. Igrejas católicas são mais caras, obedecem a um padrão mínimo, requerem autorização do clero e exigem sacerdotes religiosos com formação teológica. Já para um “pastor evangélico”, muito pouco é exigido, dispensando-se até mesmo qualquer tipo de formação teológica.


Enquanto para um sacerdote religioso católico exige-se o estudo, mas não carisma e nem o poder de oratória, para o ministro evangélico é o inverso: exige-se o carisma, mas não o estudo, que pode ser compensado pelo poder da oratória. Obviamente, é muito mais fácil formar-se um “pastor” do que um “padre”. Casos há até, de pastores com baixíssimo nível de instrução, bastando a eles saber ler bem (escrever, nem tanto), falar e empolgar, e conhecer superficialmente a Bíblia, com ênfase maior no Novo Testamento. Infelizmente, esta é a realidade.

A Igreja Católica Acordou?


Tudo indica que sim, pois o catolicismo resolveu imitar algumas técnicas do marketing evangélico, mas muito tarde para recuperar o terreno perdido no país considerado “o maior país católico do mundo”, com 123 milhões de católicos e 42,3 milhões de evangélicos, segundo o último censo do IBGE (2010). O problema é que o evangelismo é um fenômeno mundial e o Brasil também é considerado “o 4º maior país evangélico do mundo” e com o número de fiéis crescendo num ritmo bem mais acelerado do que o dos católicos, que correm o risco de serem superados, já na próxima década.

Cientes disso, os evangélicos (no Brasil, este termo é uma forma genérica de se referir às correntes protestantes pentecostais e neopentecostais) inovaram e inventaram fábricas de “milagres”, campanhas, teatralizações das misérias humanas (curadas por eles, é claro), cultos musicados e uma tal “teologia da propesperidade “ que, aliada à propaganda enganosa, altamente sugestiva, tem atraído e roubado fiéis do catolicismo, por demais tradicional e sem oferecer as perspectivas de curas, salvação e progresso material prometidos aos fiéis evangélicos. Por isso, ao longo dos últimos vinte anos, enquanto o número de católicos cai, o de evangélicos sobe, em um ritmo bem mais rápido. Evidentemente, a assessoria, a diplomacia e o serviço oficial de comunicação do Vaticano não desconhecem esses números e recomendam medidas para modificá-los, dentre as quais, as JMJ, reaproximação da Igreja com os fiéis (enfatizada pelo Papa Francisco), reformas internas na Cúria romana, solução dos escândalos religiosos, redesenho da imagem midiática, motivação e incremento do número de sacerdotes e a intensificação dos movimentos de renovação carismática católica (RCC).

Analisando-se o infográfico acima, elaborado em julho de 2013 pela Datafolha, observamos (considerando-se os evangélicos como a somatória dos pentecostais e neopentecostais):
1.   Que em 1994 os evangélicos representavam 75% da população e os evangélicos apenas 14%;
2.   que a diferença percentual entre católicos e evangélicos (1994) era de 61 pontos percentuais;
3.   que no período examinado (1994-2013) o número de católicos caiu, enquanto o de evangélicos subiu, a um ritmo maior;
4.   que em julho de 2013, o número de católicos decaiu para 57%, enquanto o dos evangélicos subiu para 28% (aproximadamente a metade do dos católicos);
5.   que a diferença em pontos percentuais entre católicos e evangélicos, que era de 61 pp (1994), reduziu-se a apenas 29 pp (2013);
6.   que a “tendência”, a se manter ou intensificar este ritmo, é de que em qualquer ponto entre 2020 e 2025 o número de católicos e de evangélicos sejam aproximadamente iguais e, a partir daí, os evangélicos superem os católicos.



As armas da guerra religiosa

Para cooptar fiéis, tanto os católicos quanto os evangélicos utilizam técnicas e armas muito parecidas, tais como:
o  Infundir, pelo medo, a ideia de que as pessoas precisam viver sob as leis de Deus e que, em não o fazendo, irão sofrer os castigos divinos, na Terra, no Purgatório ou no Inferno;
o  Fazer as pessoas crerem que precisam de salvação e que esta só pode ser dada pelas religiões;
o  Induzir as pessoas a crerem em Deus e Jesus Cristo como os detentores de poder para promover curas e salvação, através de seus “procuradores” na Terra, os sacerdotes religiosos de qualquer hierarquia cristã, inclusive os pastores, no mais baixo nível;
o  Instituir datas e eventos religiosos para lembrar, reforçar e manter viva a crença em jesus Cristo, mesmo não havendo evidências de que este personagem mítico tenha existido na condição de “filho de Deus” ou mesmo como um mero mortal excepcional;
o  Promover eventos que lembrem os feitos de Jesus Cristo e que atraiam os fiéis para a igreja, onde sofrem manipulações mentais e lavagens cerebrais que os tornem receosos de abandonar a fé. Para isso, valem todas as técnicas tradicionais ou modernas de convencimento: cultos, mídia, televangelismo, campanhas, música, tecnologia, internet, escolas e universidades cristãs, shows, marchas, caminhadas, livros, revistas, CDs, vídeos, filmes, cantores e bandas gospel, cruzeiros marítimos religiosos, excursões à “Terra Santa”, etc.





O futuro do cristianismo no Brasil


Divisão do cristianismo: católicos, protestantes e entendimento do termo “evangélico”

Antes de mais nada, necessário se faz definir, de uma maneira bem simplificada,  o significado do termo “evangélico”, tal como é entendido no Brasil e em muitos países. A rigor, o cristianismo foi dividido em duas grandes correntes: os católicos e protestantes. Esses grupos, por sua vez, subdividem-se em vários outros subgrupos, dentre os quais se encontram os pentecostais, neopentecostais e os evangélicos, por exemplo. Complicado? Sim, é complicado mesmo. Justamente por isso, convencionou-se adotar a denominação “evangélicos” e “crentes” (mais genéricas), para referir-se a todos os tipos de protestantes, desconsiderando-se o fato de os evangélicos serem um subgrupo dos protestantes. Mas isso, embora seja a prática, não é do agrado de todos porque, segundo alguns, como os adventistas, as testemunhas de Jeová, os metodistas, os batistas, os luteranos e os anglicanos, o termo “crente” soa como pejorativo. Por isso, preferem ser identificados pelas suas respectivas denominações.

Discussões à parte, vamos assumir – independentemente de isto ser consensual ou não -, que evangélico é uma denominação geral para designar todos os grupos de protestantes e que crente é todo e qualquer evangélico, pertencente a qualquer dos grupos. Tudo isso se chama protestantismo evangélico. É assim que o povo entende e é assim que vamos simplificar.

Os números de fiéis e as projeções (análises feitas a partir de recente pesquisa do Datafolha)


Considerando que hoje as religiões cristãs estão desvirtuadas e que as igrejas foram transformadas em igrejas-empresas, não cumprindo mais o seu papel social (levar conforto espiritual e realizar obras sociais, atuando em áreas em que o Estado não atua ou é deficiente) fica difícil dizer que rumos irá tomar o cristianismo brasileiro. Mas algumas coisas (vide infográfico ao lado) já parecem ser certas, se causas imponderáveis significativas não acontecerem:

1) O número de religiosos praticantes, irá diminuir, em função do esclarecimento da população e da decepção com os sucessivos escândalos religiosos que têm surgido;
2) O número de irreligiosos (ateus, agnósticos, humanistas seculares…), hoje já aumentado para 8%, irá continuar aumentando e com uma TCA maior;
3) os números de católicos e evangélicos irão se igualar em algum momento da próxima década. Algumas previsões indicam que isto se dará já em 2022. A maioria prevê o ano de 2025 e outros 2030. Se considerarmos a pesquisa Datafolha como verdadeira (na nossa visão, incorreta e superestimada) o momento será mesmo o ano de 2022. Desconsiderando-a e ficando apenas com os dados e projeções do IBGE (que também contém falhas nos métodos de coleta de respostas), isto se dará por volta de 2030-2032. A partir daí, o Brasil poderá,  ser um país de maioria protestante e não mais católica.

Tudo isso são "tendências" calculadas com base em séries históricas do IBGE e pesquisas de dados atuais. Sendo "tendências", podem ser alteradas por qualquer fator externo de relevância, dentre os quais destacamos: o crescente aumento da infiltração de evangélicos na política; a sofisticação e intensificação do seu marketing religioso e, finalmente, a possibilidade de eles conseguirem eleger um Presidente da República evangélico(???). Um ou mais desses fatores, isoladamente ou combinados, podem abreviar em muitos anos o momento da ultrapassagem dos evangélicos sobre os católicos. É só uma questão de tempo.

O cenário projetado é bom para o país?

Os evangélicos irão festejar e dizer que sim; os católicos e todos os demais, que não. E certamente não será mesmo, porque enquanto os católicos são mais moderados, os evangélicos são extremamente radicais e fundamentalistas, o que poderá acarretar sérios problemas sociais.

Só para citar uns poucos exemplos, enquanto o atual Papa Francisco – por sinal, simpaticíssimo e bastante sintonizado com a realidade –, já admite rever certos conceitos ultrapassados da Igreja e adaptá-los à realidade do tempo em que vivemos, os evangélicos insistem em radicalizar. O papa não vê razões para discriminar os gays; os evangélicos, sim. O papa tem pensamentos interdenominacionais em relação à fé; os evangélicos, não. O papa aceita a união entre as igrejas cristãs de qualquer denominação; os evangélicos, não. O papa não advoga a filosofia ateísta, mas não hostiliza os ateus; os evangélicos, sim. O papa entende e valoriza os incorformistas; os evangélicos, não. O papa é contra a ostentação, a supervalorização do dinheiro, o consumismo e a política economicista mundial; os evangélicos, não.

Mas, apesar disso, em que pese a boa vontade do papa e seus ideais reformistas, não cremos que ele possa provocar grandes mudanças no sistema. Por isso, podemos dizer que não somos contra ele, mas sim contra a instituição que ele representa. Assim, pesados os prós e os contras dessas duas grandes religiões, diríamos que a católica é menos nociva para o país, sendo até possível uma coexistência pacífica entre religiosos de todas as correntes e irreligiosos. Já o mesmo não se pode dizer em relação aos evangélicos, excessivamente materialistas, fundamentalistas e fortemente infiltrados na política brasileira (72 representantes no Congresso), com aspirações até de ter um presidente da república evangélico, o que não é uma hipótese absurda, a julgar pelo que temos visto por aí.

Como ficará o Estado, se ocorrer a supremacia dos evangélicos sobre os católicos?

Um Estado laico, mas com predominância natural da religião católica, se deve a razões culturais e históricas, originárias do período de colonização. E assim tem sido. Então, com os católicos, ainda poderíamos ter a esperança de continuar a ser um Estado laico, garantido desde a Constituição Republicana de 1891 até a última, a de 1988. Com os evangélicos, entretanto, esta laicidade estaria ameaçada, caminhando-se para a instituição de um Estado Teocrático Protestante. Aliás, propostas de emendas constitucionais nesse sentido (que há de ser conquistado subrepticiamente e aos poucos) já estão sendo apresentadas pela Frente Parlamentar Evangélica, no Congresso Nacional.

Estado teocrático protestante - ou evangélico, se preferirem -, com um Presidente da República evangélico (nomes como Marina Silva, Silas Malafaia e até Marcos Feliciano já despontam), é uma possibilidade sombria e não muito distante. Marina já é uma candidata praticamente certa; Marco Feliciano, deputado federal, pastor evangélico, homofóbico, trapalhão, charlatão e racista confesso, já se insinua em seus cultos e pela internet, possunido até um movimento chamado “Marco Feliciano Presidente do Brasil”, com sites de apoio (não é piada) e Silas Malafaia faz charme, dizendo que não deseja ser candidato, resistindo aos convites (até quando?). O cenário está pronto. Quem conseguir ganhar a preferência e unificar os mais de 42,3 milhões de eleitores evangélicos, estará eleito. Aí teremos os principais ministérios e comissões da Câmara e do Senado distribuídos entre os evangélicos. Eles estarão na educação, na saúde, no turismo, na economia... Nas comissões, é certo que presidirão a CCJ, bem como 4 ou 5 das principais delas. Aturar isso por 4 anos ou, quem sabe, 8 anos ou mais?!!! Será o retorno triunfal do obscurantismo e do sono dogmático, o caos social que poderá fazer o nosso IDH despencar para abaixo de 0,600, no mínimo; senão no geral, pelo menos, com toda certeza, na educação.

Não-evangélicos: batam na madeira três vezes, para isto não se concretizar!

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Por: Ivo S. G. Reis


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Paulo de Tarso, suas "epístolas" e seu papel na divulgação do cristianismo: o que é verdade, o que é mentira?

(Transcrito da comunidade Irreligiosos, em virtude de não ter sido possível fazer a publicação da enquete incorporada. O leitor poderá também, se desejar, comentar diretamente na Comunidade Irreligiosos, clicando no link retromencionado)





Aí está um bom tema para debate, apesar de muitos julgarem irrelevante, por considerarem Paulo um personagem fictício, tal como Jesus de Nazaré. Mas como disse um de nossos colegas, o escritor ateu Alfredo Bernacchi, "é muito mais fácil tentar provar-se a inexistência de Jesus Cristo do que a de Paulo".
De fato, não podemos deixar de concordar com essa inteligente observação do colega irreligioso porque as controvérsias em torno de Paulo estão bem mais equilibradas, eis que os métodos e artifícios utilizados para introduzi-lo na história do cristianismo foram mais sutis e elaborados, no sentido de induzir-se à crença na sua existência e nas cartas a ele atribuídas. Paulo existiu mesmo? E se existiu, todas as suas cartas, constantes do NT, foram mesmo escritas por ele? Ou será que foram somente algumas, sendo as outras falsas? E se existem cartas verdadeiras e falsas, quais são as verdadeiras e quais são as falsas?
Historiadores, teólogos, filósofos, pesquisadores, escritores e exegetas bíblicos desde os mais antigos, como Marcião de Sinope, Fávio Josefo, Suetônio, Tertuliano, Clemente de Alexandria, Orígenes, Sto. Agostinho, Tomás de Aquino... até os mais modernos e contemporâneos, do porte de Bart D. Ehrmann, Tom Harpur, Emílio Bossi, Michel Onfray, John Stott, Sam Harris, Frank R. Zindler, Michael Shermer, para não citar outros, têm opiniões concordantes e conflitantes em seus respectivos grupos, no que diz respeito não só a Paulo, mas à (in)existência de Jesus, que leva a um impasse que, ao final, só permite que cada um dos leitores ou interessados no assunto tirem as suas próprias conclusões ( e as justifiquem, se puderem). Mas numa coisa todos concordam: Paulo, se existiu, jamais conheceu Jesus (tendo este existido ou não) e não poderia autodenominar-se "apóstolo", o 13º apóstolo (igualmente, tendo estes existido ou não).
"Apóstolo", no sentido eclesiástico e segundo define o próprio NT, seria aquele que tivesse convivido com Jesus [não em sonhos e "visões"], recebido seus ensinamentos e por ele tivesse sido comissionado para ensinar outras pessoas a respeito dele e suas pregações. Só por aí se conclui que Paulo jamais poderia ser considerado um "apóstolo", pois não conheceu Jesus e dele só teve uma duvidosa visão (alucinação?) no caminho de Damasco, ocasião em que Jesus teria lhe dado a honrosa missão de divulgar a sua palavra.
Sobre a existência de Jesus e dos seus "12 apóstolos", recomendamos que este tema não seja discutido aqui porque além de uma enquete específica na nossa página de pesquisa, este assunto já foi amplamente debatido em vários outros tópicos, em fóruns e blogs, chegando-se à conclusão de que "o Jesus dos Evangelhos e seus 12 apóstolos  são personagens míticos". Mas aí caberia a pergunta: Ora, se Jesus de Nazaré não existiu, tudo o que se diz de Paulo em relação a Jesus também é falso". Faz sentido e é lógico, mas não é bem assim. E é aqui que vai entrar nossa discussão: Por que o personagem Paulo, a sua história e as suas "epístolas" foram introduzidos no NT, formando mais de 50% do seu corpo? Não poderia o NT reduzir-se apenas aos 4 evangelhos canônicos, sem as cartas de Paulo? Qual o efeito da participação de Paulo na (inexistente) credibilidade do NT?
Um outro aspecto a considerar é que se a intenção era criar um pretenso divulgador para o cristianismo, que supostamente teria tido um contato imaginário com Jesus de Nazaré, este divulgador mais depõe contra a existência de Cristo do que a seu favor, eis que o simples exame das cartas atribuídas a Paulo, escritas antes dos evangelhos, revelam que ele, além de não conhecer Jesus de Nazaré, nada sabia da sua vida e de seus supostos milagres, pois não os menciona em nenhuma delas. Mais que isso: seus ensinamentos, na sua maior parte, revelam estar em franca oposição aos que tereiam sido ministrado por Jesus. Um discípulo que não conhece os ensinamentos do seu mestre, um discípulo traidor e rebelde ou um falso discípulo de um mestre que não existiu?!
Antes de exporem suas opiniões em comentários, estima-se que cada debatedor responda à pesquisa incorporada à discussão, na qual só poderão votar uma única vez (permite-se a marcação máxima de duas opções que não se contradigam).
Boa discussão!
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Notícias censuradas por governos autoritários já poderão ser acessadas

Finalmente, uma boa notícia para os defensores da liberdade de expressão: a ONG internacional "Repórteres Sem Fronteiras" anunciou a criação de um site especializado em publicar notícias censuradas por governos autoritários em todo o mundo. Para tanto, dispõe de uma equipe de 150 repórteres espalhados em 5 continentes e meios próprios de proteção das informações. E para melhorar, aceita também contribuições anônimas, enviadas por qualquer pessoa, bastando que sejam relevantes e que possam ser checadas, antes de serem publicadas.

É sabido que mesmo quando disfarçados de "democráticos", muitos países censuram, boicotam, criam embaraços ou proíbem a circulação de notícias contrárias aos seus governos. Exemplos não faltam, inclusive na América do Sul (vide casos Chavez, na Venezuela e Cristina Kirchner, na Argentina, para só falar dos mais recentes).

E o Brasil não fica muito atrás, só que aqui eles costumam usar o termo "blindagem", que significa proteger o alvo das notícias, geralmente quando esse alvo é da equipe do governo, não importando se em nível, federal, estadual ou municipal. Governos que deveriam proteger seus cidadãos e proporcionar-lhes segurança e melhores condiçõesde vida, usam o poder em proveito próprio, enganando a população com falsas informações e encobrindo as que lhes são prejudiciais. Felizmente, nem sempre conseguem, mas perseguem este objetivo veladamente, declarando-se a favor da liberdade de imprensa.

No Brasil, notícias sobre gastos com obras públicas, escândalos políticos, nepotismo, agressão ao meio ambiente, doações em campanhas eleitorais, conluios para aprovação de projetos, evasão de divisas e entreguismo costumam ser blindadas. O que se consegue saber sobre a exploração do nióbio brasileiro? E sobre os bastidores da aprovação dos faraônicos projetos da transposição do Rio São Francisco e da contrução elefante branco da Usina de Belo Monte? Claro que nem tudo consegue ficar escondido e as notícias acabam vazando, mas o que se consegue descobrir, quando se consegue, é uma ínfima parte do real e, por serem revelações tardias, fica quase impossível impedir ou corrigir os desmandos.

Mais um exemplo, num nível inferior, o estadual: o governo do Estado de Tocantins, em julho deste ano, tentou impedir a circulação de 8 mil exemplares da revista Veja, mandando 30 policiais militares ao aeroporto, para apreender os exemplares da revista, que traziam denúncias contra o governador Carlos Gaguim (PMDB) e o procurador-geral do Estado, Haroldo Rastodo, acusados de integrarem uma organização criminosa para fraudes em licitações públicas. E isto (pasmem!) amparados em decisão de um desembargador do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins, que proibia a veicualação de qualquer notícia referente ao assunto. A justificativa? A de que a investigação corria em "segredo de justiça". Só que este entendimento é equivocado, pois o "segredo de justiça" não se aplica aos órgãos de comunicação e a norma só é restritiva para os órgãos públicos, segundo o entendimento do juiz Marlom Reis, um dos coordenadores do Movimento de Combate à Corrupção. Então, o que de fato ocorreu com a Justiça Eleitoral no Tocantins? Rendeu-se ao Poder Executivo Estadual ou...

Por tudo o que se viu, veio em boa hora a criação do site Nós Combatemos a Censura (We Fight Censorship), do portal da ONG Repórteres Sem Fronteiras. Segundo o jornal O Estadão, "Christophe Deloire, diretor-geral da RSF, define o site como "um instrumento de dissuasão", para forçar os governos autoritários a respeitar a liberdade de informação, "que é a liberdade que possibilita a existência de todas as outras". Ele explica sua missão: "Queremos demonstrar que prender o autor de um artigo, confiscar os exemplares de um jornal ou bloquear o acesso a um site de vídeos não evitará que o conteúdo em questão dê a volta ao mundo."

Que assim seja e que não se permita que este site sofra as mesmas pressões que sofreu o WikiLeaks. Quem desejar, já pode acessar o site We Fight Censorship, clicando no link abaixo (o site está em inglês, mas permite a tradução para o português). O site já está no ar e recebendo colaborações de qualquer parte do mundo. Que tal vermos lá umas ums notícias brasileiras?





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Caso Oziel... Uma Descoberta Animadora: A Solução Está Aqui, no Brasil, ao Nosso Alcance!


(Publicação simultânea, em 5 sites da Rede DDD, Texto original, do mesmo autor, em Irreligiosos)
Vamos tentar informar tudo sobre este assunto, que está sensibilizando pessoas e mobilizando os internautas, mas fazendo o possível para não transformar este post em gigantesco, tirando o interesse dos leitores, que não se animam a ler matérias com mais de uma página.
A imagem ao lado  não foi criada pelo Oziel, nem por qualquer das pessoas que estão em campanha para ajudá-lo. É uma irônica idealização nossa, meramente fictícia, mas que serve para ilustrar o que pensamos sobre o assunto.

Irreligiosos sim, mas Solidários na Dor, nas Injustiças e nas Adversidades

Alguns devem estar se perguntando o que os irreligiosos têm a ver com campanhas de solidariedade e esta, em particular, na qual a comunidade resolveu engajar-se. A resposta é simples: irreligiosos são solidários, justos, racionais e um tanto quanto libertários. Assim, revoltam-se com as omissões e injustiças do poder estatal e, não crendo em "milagres", revoltam-se contra o charlatanismo e as mentiras das religiões, que enganam usurpam e "vendem" falsas esperanças. Por isso, os "sem Deus no coração", resolvem agir por conta própria, fazendo o que nem Deus, nem governos, nem preces, nem religiões fazem: com trabalho, união e determinação, proporcionar aos necessitados carentes, condições para curar doenças graves, como a do jovem Oziel, por exemplo.

Estamos bem informados: a doença do Oziel é um câncer degenerativo raro, que envolve difícil tratamento e cirurgias de osseointegração, de altíssimos custos que, geralmente, o paciente não possui condições financeiras para pagar. Nesses casos, e uma vez comprovado o estado de carência, o poder público, por lei, tem a obrigação de arcar com os custos. Mas isto, ele só faz quando acionado judicialmente (que lástima), o que nem sempre resolve porque o paciente, diante da urgência, não pode esperar a solução judicial, sempre demorada. No Mato Grosso do Sul, recentemente, tivemos um caso com uma criança de   3 anos de idade, com uma doença rara, sem tratamento no Brasil. O Governo foi acionado judicialmente e viu-se forçado a custear todas as despesas de tratamento no exterior. Mas nem sempre se pode esperar dois ou mais anos para a Justiça obrigar o Estado a amparar os cidadãos necessitados. E é aí, justamente aí, quando o Estado falha e a religião e a fé não resolvem, que entra a solidariedade humana.

A "ajuda religiosa" e a do governo, que parecem não ter vindo

Para ser honesto, não posso afirmar com certeza se alguma igreja ajudou ou não, mas pelo que pesquisei e pelos comentários, tudo indica que não. Da mesmo forma, o poder estatal. Se ajudaram, deve ter sido uma ajuda muito ínfima, pois há anos o Oziel luta com o problema, sem solução e o total que conseguiu arrecadar com sua campanha, até 17/04/2012, foi de apenas R$ 25.907,71, quando ele ainda precisa de R$ 106.670,00 para o custeio da cirurgia (dados do site oficial). Onde está a ajuda do governo? E a religiosa? Estes, se não curam, pelo menos poderiam contribuir financeiramente para que o rapaz fizesse sua cirurgia. Neste momento, não importa se a ajuda vem de religiosos, ateus, espíritas, judeus, muçulmanos, budistas, shintoístas, políticos ou quem quer que seja, pois, quando se trata de solidariedade, essas coisas devem ser deixadas de lado.

A Solução existe e está em Bauru, a menos de 1600 km do Oziel

Nossas pesquisas sobre o caso levaram-nos ao Instituto Branemark, filial de uma associação internacional, especializada em cirurgias de osseointegração, cuja sede, no Brasil fica em Bauru. E foi lá que, segundo apuramos, foi orçado o custo da operação, algo em torno de R$ 130.000,00, entre pré-operatório, cirurgia e tatamento pós-operatório. Este instituto médico parece ser o mais capacitado e talvez o único especializado em fazer a cirurgia que o Oziel precisa (vide foto de alguns casos semelhantes, ao lado).
Como se vê, a solução já existe, só falta o "breu". Ah, se pudéssemos mandar fazer a cirurgia e enviar a conta para o governo...

Os porquês da urgência cirúrgica e os riscos da não cirurgia

Além dos danos incapacitantes e os de natureza estética e psicológica, existem outros riscos a que o jovem Oziel constantemente se vê submetido, como, por exemplo, dificuldade na alimentação (não pode comer alimentos sólidos), Segundo explicações da médica que o assiste, "a comida é amassadinha e há risco de ele se engasgar, já que o alimento pode, em vez de ir para o estômago, parar no pulmão", uma vez que ele respira pelo mesmo orifício por onde se alimenta". O que dói, é que o rapaz tem uma vontade enorme de viver, é inteligente e preparado: ",,,chegou a trabalhar em comércio, se formou em um curso de computação e é um motorista habilitado já na categoria "D" (autorizado a dirigir veículos de transporte de passageiros e escolares com mais de oito lugares)".

O site oficial da campanha e os vídeos no You Tube

Apesar de estarmos ajudando aqui no Irreligiosos, é bom frisar que o site oficial da campanha é "Ajude O Oziel" (http://www.ajudeoziel.org/ajudar.html), onde vocês poderão encontrar todas as informações pertinentes e orientações sobre como fazer as doações. Afora esse site, existem vários vloggers, como o Wendell Marinho e uma verdadeira coletânea de vídeos no Youtube (dentre os quais o nosso) interando a corrente de ajuda ao Oziel. Portanto, informações não faltam.

O banner-selo do "Grupo de Ajuda ao Oziel"

Para facilitar o trabalho dos colaboradores, o Irreligiosos criou o banner-selo aí ao lado, cujo código poderá ser obtido diretamente em nosso site, assim que o membro filiar-se ao grupo e assumir o compromisso de ajudar na campanha, quer com colaboração financeira ou outro qualquer tipo de ajuda. Hoje, a maioria das pessoas possuem, se não um site, pelo menos email e conta no Facebook. Isto também vale. Lamentavelmente, nosso primeiro banner-selo foi divulgado em Portugal e não aqui no Brasil.


As conclusões e conseqüências

Muitos ainda não entenderam a dimensão que esta campanha representa. Além de atingir o seu principal objetivo (proporcionar a cirurgia do Oziel e devolver-lhe a alegria de viver, trabalhar e ser uma pessoa normal), isto vai testar a força dos internautas e fazer com que o governonos tema um pouco mais, sabendo que, se nos unirmos, conseguimos o que queremos. E quando quisermos que o governo aja, mude ou mesmo que saia?

É isso, gente, e nem vou falar mais nada. O resto é com vocês e as ferramentas já foram dadas, aqui, no You Tube, e em vários sites da web. Espero que os irreligiosos e ateus não decepcionem. Se virem no You Tube algum vídeo desta campanha que os impressionem, mesmo que não seja o nosso, favoritem-no. O cllique na mãozinha é importantíssimo e facilita a divulgação e circulação do vídeo. Quem sabe, fazendo muito barulho, isto chegue aos ouvidos e olhos do governo ou às redes de TV?
Lembrem-se: enquanto os parlamentares de Brasília, têm diárias astronômicas, planos de saúde sem limites de gastos para consultas e cirurgias, verbas de representação desmesuradas, propinas, etc., e as igrejas os dízimos e contribuições dos seus "fiéis", o Oziel só tem a nossa solidariedade. O que falta agora é tão somente boa vontade e... ação.

Saudações Irreligiosas!
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Por favor, senhores políticos e religiosos, deixem-nos falar e não nos processem. Vocês podem retrucar, debater e se defender aqui mesmo e, se estivermos errados, nos retrataremos. O espaço também é livre para vocês.

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